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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Christensonella plebeja

Christensonella plebeja



Português

“Quem se importa com as Maxillarias?” Essa foi a minha dúvida quando comprei a minha primeira Maxillaria no orquidário Florabela muitos anos atrás. Afinal, qual a beleza e o interesse em ter tal planta em que as folhas e pseudobulbos parecem ser mais importantes que a flor em si? Quando se descobre o “mundo perdido das Maxillarias” (agora esta espécie em particular descrita se chama Christensonella), começamos a refletir o poder de diversidade das orquídeas. Essas são umas das poucas espécies que não são tão comercializadas pela falta de beleza exuberante, mas é um dos gêneros que mais agradecem o seu cultivador, dificilmente perdendo uma floração. Todos os anos ela está ali, florescendo, como quem diz: -Estou presente! Vamos então ao que interessa: Orquídea epífita de pequeno porte encontrada de SC a ES e MG, e também da Guiana, na Mata Atlântica em altitudes entre o nível do mar a 1800 metros de altitude. Normalmente é encontrada vegetando árvores nos locais mais secos desse tipo de floresta. Floresce de janeiro a março com inflorescência de menos de 1 cm e flores amarelas com as extremidades vermelho-violeta a preto com 1,3 cm cada. Deve ser plantada em vaso de plástico com mistura de casca de macadâmia, isopor (ou brita) e carvão vegetal. Gosta de meia sombra, reproduzindo a luminosidade encontrada dentro das matas, deve ser regada diariamente e adubada semanalmente. Em locais frios, deve-se diminuir a rega e a adubação no inverno. Planta de fácil cultivo.

English

“Who cares with Maxillarias?” That was my question when I bought my first Maxillaria at Florabela nursery many years ago. After all, what the beauty and interest in having such a plan in which the leaves and pseudobulbs seem to be more important than the flower itself? When you discover “the lost world of Maxillarias” (now this particular species described is called Christensonella), we begin to reflect the diversity of orchids. These are one of the few genus that are not as marketed by the lack of lush beauty, but it is one of the genus that more thank your cultivator, hardly missing a bloom. Every year it's there, blooming, as if to say: I'm here! Let's get to it: Small epiphytic orchid found from in south and southeast Brazil and also Guyana, in the Atlantic rainforest, at altitudes from sealevel to 5400 feet. It is usually found growing trees in the driest places of the forest. It blooms from January to March with inflorescence of less than 3/8" and yellow flowers with red-violet to black ends, with 1/2 " each. It should be planted in a plastic pot with macadamia barks mixture with polystyrene (or gravel) and charcoal. It should be daily watering and fertilizing once a week. In cultivation in cold areas should be reduced watering and fertilizing in winter. Plant of difficult cultivation.

Español traducido por Google Translate


"¿Quién se preocupa por el Maxillaria?" Esa fue mi pregunta cuando compré mi primera Maxillaria la orquídea Florabela hace muchos años. Después de todo, lo que la belleza y el interés en tener un plan de este tipo en el que las hojas y pseudobulbos parecen ser más importante que la propia flor? Cuando se descubre el "mundo perdido de Maxillarias" (ahora esta especie en particular descritos se llama Christensonella), que comienzan a reflejar el poder de la diversidad de orquídeas. Estas son una de las pocas especies que no son tan comercializados por la falta de exuberante belleza, pero es uno de los géneros que más las gracias a su cultivador, apenas falta una flor. Cada año que está ahí, que florece, como queriendo decir: estoy presente! Vamos a ello: pequeña epífita orquídeas se encuentran desde Carolina del Sur a ES y MG, y también de Guyana, en el Atlántico a altitudes desde el nivel del mar a 1800 metros. Se encuentra por lo general los árboles que crecen en lugares más secos tales forestales. Florece de enero a marzo, con inflorescencia de menos de 1 cm y flores de color amarillo con rojo-violeta termina en negro con 1,3 cm cada uno. Debe ser plantado en una maceta de plástico con la mezcla de cáscara de macadamia, de espuma de poliestireno (o grava) y carbón vegetal. Como sombra, que reproduce la luz se encuentra dentro de los bosques, deben ser regadas diariamente y semanalmente fertilizado. En zonas frías, se debe reducir el riego y la fertilización en invierno. Planta fácil de cultivar.

Français traduit par Midori


‘Qui s’inquiète avec les Maxillarias?` Ce fut mon doute lorsque j’ai acheté ma première Maxillaria dans  l’orchidarium Florabela il y a plusieurs années. Après tout, quel est la beauté et l’intérêt d’avoir une telle plante où les feuilles et les pseudobulbes semblent être plus importantes que la fleur elle-même ? Quand on dévouvre le ‘monde perdu des Maxillarias’ (cette espèce particulièrement décrite est appelé Christensonella), on commence a tenir compte de la puissance de la diversité d’orchidées. Ce sont l’une des rares espèces qui ne sont pas aussi commercialesés par le manque de beauté luxiriante, mais il est un des genres que remercient le plus leur cultivateur et il manque à peine une floraison. Chaque années, elle est là, la floraison, comme pour dire : Je suis présent ! Allons à l’essentiel : orchidée épiphyte de petite taille, trouvée de Santa Catarina au Espírito Santo et à Minas Gerais, et aussi à la Guyane, dans la forêt Atlantique à une altitude du niveau de la mer à 1.800 mètres d’altitude. On la trouve habituellement à végéter dans les arbres qui poussent dans les endroits le plus secs de ce type de forêt. Elle fleurit de janvier à mars avec une inflorescence de moins de 1 cm et de fleurs jaunes avec extrémités de rouge-violet à noir et avec 1.3 cm chaque. Elle doit être plantée dans un pot de plastique avec un mélange de coquille de noix de macadamia, de polystyrène expansé (ou de pierres concasées) et de charbon de bois. Elle aime la sombre moderéé qui réproduit la luminosité trouvée dans les forêts et elle doit être arrosée tous les jours et fertilisée tous les semaines. Dans les zones froids il faut diminuer l’arrosage et la fertilisation pendant l’hiver.  Plante facile à cultiver.





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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Lophiaris pumila

Lophiaris pumila
Lophiaris pumila




Português

Este orquídea descoberta em 1825 por Lindley foi uma das primeiras orquídeas que vi na natureza. Ainda jovem, ia passear em Mendes – RJ no verão e constantemente via aquela planta florida numa sequência de antigas árvores cheias de musgos na fazenda onde ficávamos. Primeiramente achava “bonitinha”, mas não fazia a menor idéia de como cultivá-la a não ser em árvores! Passados alguns anos, finalmente descobri que poderia encontrá-la mais perto de casa, que não fosse em Mendes, e que por um preço bem em conta poderia comprar a minha primeira mudinha em Marechal Floriano, nos orquidários locais. Vamos então ao que interessa: Orquídea epífita de pequeno porte encontrada em boa parte do Brasil, do RS ao PA, além de Argentina e Paraguai, habitando matas quentes e secas, do nivel do mar a até 1.100 metros. Floresce no verão com inflorescência ereta e curta de até 20 cm que dura de 10 a 20 dias e pequenas flores amareladas de 5 mm cada. Deve ser plantada em vaso de plástico com mistura de casca de macadâmia, isopor (ou brita) e carvão vegetal, ou ainda, ser plantada em tronco de madeira inclinado a 45º. Deve ficar pendurada para que as raízes invadam todos os espaços do vaso ou do toco de madeira. Gosta de meia sombra, reproduzindo a luminosidade encontrada dentro das matas, deve ser regada diariamente e adubada semanalmente. Em locais frios, deve-se diminuir a rega e a adubação no inverno. Planta de fácil cultivo.

English

This orchid discovered in 1825 by Lindley was one of the first orchids that I have seen in nature. At a young age, I was walking around Mendes - Rio de Janeiro in the summer and constantly saw it flowering in a sequence of old trees full of moss on the farm where I was with my family. At first it was just "cute", but I had no idea how to cultivate it except on trees! After a few years, finally I found that near my home at a Greenhouse in Marechal Floriano (city), and for a good price. Let's get to it: Small epiphyte orchid found in Brazil, Argentina and Paraguay, living in warm and dry forests, from sea level up to 3300 feet of altitude. Blomms in summer with straight and short inflorescence up to 8” which lasts 10 to 20 days and small yellow flowers of .2” each. It should be planted in a plastic pot with macadamia barks mixture with polystyrene (or gravel) and charcoal, or even be planted in wooden trunk inclined at 45º. It should be hung so that the roots invade all spaces of the vessel or wooden stump. Like shade, reproducing the light found within the forests, should be watered daily and fertilized weekly. In cold areas, it should reduce watering and fertilizing in winter. Plant easy to grow.


Español traducido por Google Translate



Esta orquídea descubierto en 1825 por Lindley fue una de las primeras orquídeas visto en la naturaleza. Como un hombre joven, se paseaba Mendes - RJ en el verano y en constante vio que la planta floreciente en una secuencia de árboles viejos llenos de musgo en la granja donde estábamos. Primero pensé "mono", pero no tenía idea de cómo cultivarla, excepto en los árboles! Al cabo de unos años, finalmente me di cuenta que podía resultar más cerca de casa, que no estaba en Mendes, y que por un precio muy presente pude comprar mi primer plántulas en Marechal Floriano, en viveros locales. Vamos a ello: la orquídea epifita pequeña encuentra en gran parte de Brasil, Argentina y Paraguay, que viven en caliente, bosques secos, el nivel del mar hasta 1.100 metros. Flores en verano con la inflorescencia corta y recta de hasta 20 cm, que tiene una duración de 10 a 20 días y las pequeñas flores amarillas de 5 mm cada uno. Debe ser plantado en una maceta de plástico con la mezcla de cáscara de macadamia, de espuma de poliestireno (o grava) y carbón vegetal, o incluso para ser plantados en el tronco de madera inclinados a 45º. Debe ser colgado para que las raíces invaden todos los espacios del buque o tocón de madera. Como sombra, que reproduce la luz se encuentra dentro de los bosques, deben ser regadas diariamente y semanalmente fertilizado. En zonas frías, se debe reducir el riego y la fertilización en invierno. Planta fácil de cultivar.

Français traduit par Mirian Midori



Cette orchidée découverte em 1825 par Lindley a été l’une des premières orchidées que j’ai observé dans la nature. Pendant ma jeunesse en été, je me promenait à Mendes – Rio de Janeiro et souvent j’appercevais une plante fleurie dans une séquence des vieux arbes pleins de mousses à la ferme où nous hébergerions. Au début je la trouvait mignonne mais je ne savait pas comment la cultiver, sauf sur les arbes ! Après quelques années, finalement j`ai découvert que je pouvais le trouver près de chez moi, et pas seulement à Mendes et en plus je pourrais acheter ma première plante à Marechal Floriano pour un prix acessible dans les orchidariums locales. Allons à l’essentiel : orchidée épiphyte de petite taille trouvée dans une grande partie du Brèsil, du Rio Grande do Sul au Pará, et même à l`Argentine et au Paraguay, habite les forêts chaudes et sèches, du niveau de la mer jusqu’à  1.100 mètres. Elle fleurit à l’été avec inflorescence droite et courte de jusqu’à 20 cm qui dure de 10 à 20 jours et des petites fleurs jaunes de 5 mm chaque. Elle doit êtr plantée dans un pot de plastique avec un mélange de coquille de noix de macadamia, de polystyrène expansé (ou de pierres concasées) et de charbon de bois, ou même être plantée dans des troncs de bois inclinés à 45o. Elle doit être suspendue de telle sorte que les racines envahissent tous les espaces du pot ou du tronc de bois. Elle aime la sombre partielle qui reproduit la luminositée trouvée dans les forêts, l’arrosage tous les jours et de la fertilisation tous les semaines. Dans les endroits froids il faut diminuer l’arrosage et la fertilisation pendant l’hiver.  Plante facille à cultiver.

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Cattleya nobilior



Cattleya nobilior

It´s Carnaval!!
Português

A pérola do Cerrado Brasileiro! Orquídea epífita bifoliada de médio porte encontrada no Cerrado de MT, MS e na Bolívia ao longo de rios vegetando em árvores pequenas de troncos retorcidos e casca grossa no sol pleno em climas quente, com ampla circulação de ar de 100 a 900 metros de altitude. Esta região do Cerrado possui uma estação bem quente e seca e outra quente e úmida. Possui 2 folhas coriáceas, e floresce entre junho e agosto com 1 a 5 flores perfumadas de 12,5 cm cada. Deve ser plantada preferencialmente em troncos de madeira inclinados a 45º, ou em cachepôs de madeira com toquinhos de casca de peroba e com um pouco de esfagno, devendo ser molhada a cada 2 dias e adubada uma vez por semana. Deve ficar na parte mais alta do orquidário, de preferência com sombrite que permita passar bastante luz, pois necessita de claridade. Planta de difícil cultivo.

English

The pearl of the Brazilian Cerrado! Midsize bifoliate epiphyte orchid found in Bolivia and Brazil Savannah along rivers, vegetating in small trees twisted trunks and thick bark in full sun in hot climates with ample air circulation from 300 to 2700 feet. This Savannah region has a hot, dry season and another hot and humid season. It has 2 leathery leaves, and blooms from June to August with 1 to 5 fragrant flowers of 5” each. It should be planted in trunks preferably inclined at 45 °, or wood baskets with peroba barks and some sphagnum, and must be wet every 2 days, and fertilized once a week. It should be in the highest part of the nursery, preferably with enough light, as it needs clarity. Plant cultivation difficult.

Español traducido por Joe Panozo


La perla del cerrado brasilero! orquídea epifita bifoliada de medio porte encontrada en el cerrado de MT, MS y en Bolivia, a lo largo de ríos vegetando en pequeños árboles de troncos retorcidos y corteza gruesa a pleno sol y en clima caliente,  con una amplia circulación de aire, vegeta a una altitud que oscila entre los 100 a 900 metros. Ésta región del cerrado posee una estación bien caliente y seca y otra caliente y húmeda. La planta posee dos hojas coriáceas, y floresce entre junio y agosto, portando entre 1 a 5 flores perfumadas de unos 12,5 cm cada una. Debe ser plantada preferentemente en troncos de madera inclinados a 45°, o en cestos de madera con tocos de corteza de peroba y con un poco de musgo sphagnum, debe ser mojada cada 2 días y abonada una vez por semana. Debe ubicarse en la parte mas alta del orquidario, de preferencia con sombrite intermedio que permita pasar bastante iluminación pues necesita de mucha claridad. Es una planta de difícil cultivo.

Français traduit par Mirian Midori

La perle du cerrado Brésilien! Orchidée épiphyte de deux feuilles et de taille moyenne, trouvée dans le ceerrado du Mato Grosso et du Mato Grosso do Sul le long des rivières , elle végète dans les petites arbres de troncs tordus et d’écorce épaisse en plein soleil dans les climat chaud, avec une grande circulation de l’air de 100 à 900 métres d’altitude. Cette région du cerrado a une saison trés chaude et sèche et une autre chaude et humide. Elle a 2 feuilles coriacées et fleurit de Juin et Août avec 1 à 5 fleurs parfumées de 12,5 cm chaque. Elle doit être plantée de préférance dans des troncs de bois inclinés à 45o ou dans cache-pots de bois avec des petits morceaux d’écorce de peroba et avec un peu de sphaigne, elle doit être arrosée tous les deux jours et fertilisées une fois par semaine. Elle doit rester dans la partie la plus haute de la serre à orchidées, de préférance sous toile d’ombrage qui laisse passer beaucoup de lumière car elle necessite de la clarté. Plante difficile à cultiver.


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